Por um novo horizonte

11/05/2006

Avaliando o curso webquest 03

curso webquest 03 terminou há um bom tempo, mas para mim ele ainda não está encerrado. Talvez porque não tenha realizado a última tarefa do curso, a avaliação final, ou porque continuo questionando e estudando a metodologia webquest, conforme propõem alguns pesquisadores.

Confesso que cheguei a escrever um texto avaliativo sobre a experiência, mas ao relê-lo decidi não enviar aos professores, pois achei o mesmo pouco interessante. Hoje, com a expectativa de ficar em dia com as tarefas (rs), relato algumas reflexões e deixo transparecer em que medida o curso foi importante para mim.

Webquest 03 foi um curso que me permitiu descobrir um novo modo de trabalhar, sem impor uma linha de ação, nos cursos de formação de professores. Trabalhando, desde 99,  com projetos de aprendizagem em cursos de formação continuada de professores em informática educativa tenho constatado o quão difícil é tornar real essa prática nas escolas públicas. Acredito que a dificuldade é gerada pela necessidade de realizar mudanças de diferentes ordens: na estrutura escolar, mudança de crenças, valores, habilidades e competências dos professores.

Como estratégia, para movimentar o processo de mudança nas práticas pedagógicas das escolas, acredito que a vivência de experiências envolvenvo o desenvolvimento de webquest e projetos de aprendizagem, a troca dessas experiências e a realização de momento de reflexões críticas sobre os processos vivenciados em dois contextos pode, a longo prazo, permitir que se veja projetos de aprendizagem sendo realizados por alunos e professores nas escolas públicas. Vou experimentar (no trabalho com a Marlete e nos dois cursos que me envolverei neste semestre) e tentar abstrair algumas conclusões.Será que estou pensando certo?

 

 


Escrito por TMoreira às 11h56
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Primeira mensagem de 2006

2006 já está em seu quinto mês e eu não postei nada até o momento. Isso, porém não significa que me afastei da busca por novos horizontes na educação. Ao contrário:

 nas férias, participei de um curso de formação continuada de professores: Curso Webquest 03;

em março, enquanto a greve do magistério estadual acontecia, troquei idéias, com uma colega de uma escola pública, sobre um projeto de trabalho (pretendemos desenvolver uma webquest neste semestre e trabalhar com projetos de aprendizagem no segundo para, então discutirmos sobre as duas modalidades de ação pedagógica) e realizei estudos sobre gêneros discursivos.

em abril, desenvolvi duas proposta de curso de formação continuada de professores: uma envolvendo professores da GESAC e outra para professores de Ivorá e São Francisco. 


Escrito por TMoreira às 11h38
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26/09/2005

Fotos e página do curso

Fotos do curso do curso na Escola D. Pedro I em Quevedos http://br.pg.photos.yahoo.com/ph/dompedroemqvds/my_photos

O curso em Quevedos está em novo endereço: http://geocities.yahoo.com.br/dompedroemqvds


Escrito por TMoreira às 23h14
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22/09/2005

Dica da Iris

Quer saber mais sobre mapas? Visita o blog http://projetando.blogspot.com/
Escrito por TMoreira às 08h16
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15/09/2005

Você sabe onde está o leitor do seu blog?

Através do Gvisit (Google Maps - http://www.google.com/help/maps/tour) descobri geograficamente, há pouco tempo, onde estão os amigos que lêem os textos que publico no meu blog. Para isso, acessei o endereço http://www.gvisit.com, digitei o nome e o endereço do meu blog, copiei e colei a linha de comando que o gvisit gerou no template do meu blog.
Escrito por TMoreira às 14h37
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Informática Educativa em Quevedos

Nos primeiros encontros presenciais, procuramos identificar as concepções iniciais dos colegas, visando a ampliação de conceitos. Inicialmente os colegas expressaram conceitos relacionados com os temas página, blog e  aprendizagem, em seguida construíram páginas pessoais, refletiram sobre as ações realizadas no curso, os resultados obtidos. No trabalho a distância, propusemos que voltassem ao laboratório, fizessem leitura de textos (3) e registrassem suas reflexões e descobertas.

Sabemos que os colegas organizaram grupos de estudos, encontram-se no laboratório para experimentar as ferramentas dispiníveis e estão lendo e discutindo os textos. Lamento não podermos ter acesso direto às reflexões deles, pois como  a conexão com a Internet em Quevedos ainda é deficiente, a escola está excluída da rede mundial de computadores e do mundo. Uma solução encontrada, entretanto, foi usar o telefone. Por esse meio, tentamos ajudar os colegas na solução de problemas existentes. 

Nas trocas por fone, bem como aconteceu nos encontros presenciais, percebo entre os colegas um desejo muito grande de inserir no currículo da escola o trabalho com projetos de aprendizagem, o uso dos recursos tecnológicos para fins de aprendizagem, uma preocupação com a formação integral dos aprendizes, um interesse em aproximar a realidade dos alunos com a realidade da escola. Observo, contudo que alguns colegas se sentem inseguros, outros se questionam sobre como tornar em ação desejos e preocupações.

Essas constatações servem de norte para pensarmos sobre a segunda etapa do curso que ocorrerá nos dias 22 e 23. Nessa etapa, procuraremos desenvolver projetos de aprendizagem e conhecer experiências implementadas no currículo do Colégio de Aplicação em POA. Para a segunda etapa, também estamos tentando solucionar os problemas de configuração da rede do laboratório. Muito embora, estejamos interessados em instalar uma intranet no laboratório da Escola, usando um sistema php, não conseguiremos efetivar essa idéia agora e minha expectativa é de que tenhamos tempo para resgatar o material que os colegas produziram e produzirão para publicar no blog do curso.


Escrito por TMoreira às 09h03
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03/09/2005

Início do curso em QVDs

Na semana seguinte, começaremos um curso em Quevedos, na Escola D. Pedro I. Por não podermos contar com internet nessa escola, estamos tentando aprender, com o apoio do colega Ezequiel Menta, como criar uma intranet. É possível, porém que ela esteja funcionando na segunda semana do curso, pois devido ao acúmulo de trabalho não será possível fazer todos os testes que previmos.

 Algumas informações sobre esse trabalho encontram-se em:  http://geocities.yahoo.com.br/taniamoreirabr/QVDs/index.htm. Durante o curso, criaremos e postaremos as produções dos professores em um blog com a expectativa de estabelecermos uma ligação entre os internautas que passarem por esse blog e os professores do curso.



Escrito por TMoreira às 23h23
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Nova atividade deste semestre

No NTE fazemos de tudo um pouco: tentamos criar e manter uma comunidade, desenvolvemos oficinas, projetos em parceria com professores das escolas públicas, orientamos os professores na construção de páginas das escolas, projetamos e desenvolvemos cursos de formação continuada para professores...

No dia 15 de agosto, fomos até Quevedos, na Escola D. Pedro I, para combinarmos alguns aspectos de um curso e fizemos alguns registros fotográficos durante o percurso da viagem, na escola e no encontro com os colegas.

Parte do caminho percorrido até chegar à escola.

   

Na escola.

 

Combinando o curso.

 

 

 


Escrito por TMoreira às 22h06
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23/08/2005

TVE - Novas formas de aprender

Colegas, amigos, alunos, pais,

a TVE apresenta, nesta semana, das 19h às 20h, a série 'Novas formas de aprender'. Todos os boletins criados encontram-se no endereço http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2005/nfa/index.htm. Para essa série escrevi o texto: Blog pedagógico é possível visualizar um novo horizonte? e, no dia 24 do corrente mês, participarei da mesa redonda 'Blogs e flogs como recurso de aprendizagem'.


Todas as suas críticas, comentários, sugestões...sobre o texto e mesa redonda serão bem-vindas.


Escrito por TMoreira às 09h56
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22/08/2005

A criança cria poesia? Como?

Procurando entender como a criança pode criar poesia, encontrei algumas informações nos endereços:

http://www.pequenoartista.com.br/pedroelisa/poesias.asp

 http://darkwing.uoregon.edu/~leslieob/pizzaz.html#Poetry.


Escrito por TMoreira às 12h00
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11/08/2005

Projeto Pequenos poetas e seus podcasts

Nome do Projeto: Resgate da cultura popular gaúcha: pequenos poetas e sues podcastsProfessores parceiros: Niura Menezes, Rita Bomiciele e Tânia Moreira

Mães mediadoras: Fátima Segatto, Ana Müller e Lili Feltrin

Alunos parceiros: Alberto, Bernardo, Franciele, Juliane, Jefferson, Andriele, Dion

Técnica em informática mediadora: Maria Cézar

Onde o projeto será desenvolvido: Galpão do Departamento Tradicionalista Recanto da Tradição e no Laboratório de informática do I.E.Pe. Caetano

Duração do projeto: Três meses

Descrição do projeto: Este projeto vincula-se aos projetos ‘Comunidade Virtual Tradicionalista’ e ‘Resgate da cultura popular gaúcha’ e tem como objetivos:

  •  divulgar a arte, a história e a cultura do Rio Grande do Sul, através do verso, mediante o uso de recursos tecnológicos;
  • ler e produzir poesias a partir de uma temática gaúcha e
  • apreciar e exercitar a arte da declamação, uma das mais importantes e autênticas manifestações culturais do Rio Grande do Sul

Dinâmica dos encontros: Com base nesses objetivos temos como meta o desenvolvimento de três momentos: 1 o que sei, o que gosto e o que quero?, 2.  o que sabem e gostam os meus primos, tios, pais, avós? e 3. o que posso fazer e dizer?

No primeiro momento, tentaremos como metas o desenvolvimento de ações que permitam conhecer o aluno e seus desejos com relação ao projeto, ampliar conhecimentos dos estudantes de Educação Infantil e Séries Iniciais quanto a concepção de travalínguas, quadrinhas, parlendas e poesia e despertar o prazer pelo jogo sonoro,

No segundo momento, procuraremos conhecer o contexto poético em que convive o aluno, favorecer a coleta de poesias conhecidas dos familiares das crianças envolvidas no trabalho, possibilitar a interpretação, a compreensão e representação das idéias por meio de desenhos ou textos,

No último momento, priorizaremos a leitura e/ou adição, a declamação e produção de poesias.

Área de conhecimento: Linguagem, Poesia, História e Cultura Gaúcha, Informática

Participantes: 15 alunos da pré-escola até a quarta série do Ensino Fundamental

 

Período provável: de 17/08 a 19/10


Escrito por TMoreira às 23h00
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09/08/2005

Mail 5 - parte 2

Como mencionei, verdadeiramente, não sei se daria um bom casamento a divisão de um trabalho em três momentos: 1. no primeiro, trabalhar com travalínguas, parlendas e quadrinhas tradicionais e atuais em ambiente informatizado,  para despertar o prazer pelo jogo sonoro, 2. no segundo, convidar as crianças para coletar, em casa, no vizinho...poesias que seus pais, avós...recitavam e tentar dinamizar ações que as crianças possam expressar, por meio de desenhos, o que entenderam. Aqui poderemos verificar se convivem com gaúchos conservadores ou liberiais e 3. na última etapa,  convidá-los a selecionar e recitar e/ou declamar a poesia que mais gostarem, a partir de um rol de poesias sugeridas. Aqui, poderemos identificar por qual estilo as crianças optam. Com a tua experiência, o que achas dessa viagem? Complicada, impossível, sem valor...? Pode ser adaptada?  Em que medida?

 

Gostei muito da tua pergunta sobre declamação do gaúcho. O gaúdo declama de modo diferente? Parece que esta idéia está implícita. Isso não significa que declamação daqui seja melhor que outras. Serás que estou certa?

 

Não te preocupas com as perguntas que fazes. Gosto de perguntas, adoro que me perguntem, amo perguntar também. Algumas vezes, quando as perguntas me chamam a atenção, fico bons instantes pensando, buscando informações e, geralmente, depois de um bom tempo respondo-as. Como estou fazendo agora.

Um grande [] gaúcho, (risos)


 

Tânia


Escrito por TMoreira às 23h27
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Mail 5 - Parte 1

Oi, Adri!

Claro que vamos, estou adorando esse papo. As nossas trocas, as afirmações, as perguntas me convidam a refletir, encontrar tempo para interagir com outras pessoas e alguns autores. Hoje, encontrei uma preciosidade: Gláucia de Souza, 'Poesia infantil: sobre uma dupla adjetivação'.

 

Sou gaúcha e, há muitos e muitos anos, vivo aqui (risos). Tenho, assim como tu, uma posição empírica sobre as nossas crenças com relação a nossa tradição. Acredito que aqui, como em qualquer outro lugar do Brasil, as pessoas não são todas iguais e não pensam do mesmo modo. Nem todos alimentam as mesmas crenças, vivem os mesmos hábitos, admiram os mesmos estilos e escrevem do mesmo modo, da mesma forma.  Acredito convivem no mesmo espaço geográfico dois grupos, os conservadores e os liberais. Observo isso em vários contextos: na vida diária, nos festivais de música e/ou de dança...Os mais liberais, por exemplo, aceitam que a mulher use chiripá. Os conservadores não aceitam a idéia e dizem que é uma vestimenta rústica, sem costuras, usada pelo homem que vivia no campo. Nos festivais de músicas nativas também e enxergo essas duas linhas. Alguns não admitem o uso de instrumentos como a flauta, alegando que os instrumentos típicos são gaita e violão. Na dança, hoje podemos ver em apresentações uma abertura e finalização teatral que eu não via antes (Posso estar enganada, pois nunca me engajei em movimentos tradicionalistas). Na Comunidade Virtual Tradicionalista, mesmo em seu estágio  embrionário, temos pessoas dos dois grupos convivendo harmoniosamente.

 

Por que trabalhar apenas com poesias campeiras? Acredito que temos poetas gaúchos que criam poesias nativistas, não sei se posso classificar desse modo, procurando preservar hábitos e costumes vivenciados no passado e poetas brasileiros e gaúchos que criam poesias sobre tantas coisas, inclusive sobre algo do gaúcho. 

 

Drica, querida, essas reflexões, acompanhadas de leituras, aquela já mencionada e o livro de brincadeiras gaúchas, não lembro o título agora, posso concluir, sem muita certeza, que se pretendemos valorizar as nossas tradições podemos juntar o tradicional com o conservador no trabalho com as crianças que se interessam por poesia e declamação (Não trabalharemos com todas as crianças de uma turma de pré-escola ou primeira série. Trabalharemos com aquelas que quiserem aderir o nosso convite. Imaginamos que aceitarão a idéia, pois é comum eles participarem de festividades que incluem momentos de declações, trovas...)

 


Escrito por TMoreira às 23h27
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Mail 4

Oi, Tânia!

 

Vamos continuando o papo e você aproveita pra me explicar umas coisas.

Pra começar, sou carioca.Tenho amigos gaúchos e já estive – ainda que rapidamente – no RS mais de uma vez. Percebo que existe algo que vai um pouco além da “preservação da tradição gaúcha”, mas posso estar equivocada. Minha visão é a de quem está de fora, por isso eu trago pra você estes questionamentos. Quando os gaúchos falam de suas tradições, eu vejo isso de maneira diferente da que eu vejo um cearense falando das suas.Tenho a sensação de que para o gaúcho – mais do que para qualquer outro grupo dentro do cenário do Brasil – a tradição tem um peso maior, um peso de conservadorismo, um código à parte que o torna diferente – e quase alheio – do todo.

Perceba que estou aqui compartilhando os meus “achismos” e é exatamente por isso que os trago para dividir com você.Por isso eu questiono o fato do trabalho com poesia gaúcha ter uma relação tão estreita com o que você chama de resgate de tradições...Porque há poetas gaúchos nada tradicionais e nem por isso deixam de ser muito bons! Um dos meus favoritos é o nosso querido Quintana, de Alegrete!

Quando vocês dão ênfase à declamação e afirmam ser ela uma autêntica manifestação cultural do RS é porque existe um jeito gaúcho de declamar, diferente do restante do país? As crianças gostam de “declamar”? Isso faz parte da rotina delas de alguma maneira? Quando vocês criaram o projeto, ele teve origem no interesse deles em áreas específicas ou foi dos professores a iniciativa de abordar desta maneira!

Estou fazendo esse monte de perguntas! Ai! É que esse tipo de proposta acaba sendo mais “fluida” na realidade do Rio de Janeiro, que aprendeu com a mistura e não guarda tradições tão arraigadas. Estou perguntando pra entender, pra poder tirar minhas conclusões e ajudar um pouquinho!!!

 :o))

 

Abraços!

Dri

 


Escrito por TMoreira às 23h22
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Mail 3

Oi, Adri!

 

Agradeço o teu retorno, o endereço sugerido e apresento mais informações.


" Quando você pede dicas sobre como trabalhar poesia, eu poderia sentar aqui e ir dando idéias, mas antes é preciso saber de que faixa etária você está falando..."

Concordo, no mail anterior meu objetivo consistia em identificar possívis interessados em colaborar com o projeto que está em sua fase inicial.

" o que você pretende integrar ao trabalho de poesia para que ela não vire uma "ilha" dentro do conteúdo de uma maneira geral?quais os seus objetivos ao trabalhar poesia? que tipo de poesia você vai ter em foco no primeiro momento? qual a proposta que você vai apresentar de modo a justificar tanto interesse por declamação?"

 

 O trabalho com poesia que pretendo desenvolver é parte integrante do projeto ‘Resgate da cultura gaúcha'. Confesso que é algo novo para mim, pretendo aprender muito com ele. Além dos meus objetivos pessoais os objetivos que previ para o projeto são:

 divulgar a arte, a história e a cultura do Rio Grande do Sul, através do verso;

promover momentos para que os estudantes de Educação Infantil e Séries Iniciais aprendam a apreciar e exercitar a arte da declamação, uma das mais importantes e autênticas manifestações culturais do Rio Grande do Sul.

Nesse sentido, tentarei trabalhar com poesia campeira, ou seja que trata dos usos e costumes do gaúcho, voltada para um público iniciante e que se encontra em uma fase inicial de leitura e escrita.Será que a minha idéia está menos nebulosa agora?

Aguardo, com expectativa, o teu retorno e de outros amigos que quiserem compartilhar idéias.

[]s,

Tânia

 


Escrito por TMoreira às 23h21
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